|
||||||
|
Terra da garoa e do Romanée-Conti Não posso nem viajar uns dias e deixar uns posts programados que a confusão se instala… Pessoal, vamos manter a elegância e evitar apelações, certo? Para acalmar os ânimos eis um post dedicado a um político importante que diz que fez muita coisa em São Paulo e a um publicitário que, apesar de baiano, opera na capital paulista. Lembram do Romanée-Conti, aquele vinho que foi oferecido por um célebre marqueteiro a Lula em um jantar às vésperas do segundo turno da campanha presidencial de 2002 para celebrar a vitória antecipadamente? É aquele mesmo vinho que, segundo dizem, teria uma das maiores coleções privadas em terras brasileiras na residência de um importante político paulistano. Uma garrafinha da preciosidade, da qual se produz cerca de 6 mil exemplares por ano, custa na França - em um ano medíocre, vejam bem - mais de 3 mil euros. Multipliquem isso por 3 aqui no Brasil para ter uma idéia de por quanto sai a brincadeira em Pindorama. Pois sabem qual é o maior mercado de Romanée-Conti no mundo inteirinho? São Paulo, terra da garoa e do Romanée-Conti. Publicado por Luiz Antonio Ryff - 29/09/09 6:28 PM12 comentários em “Terra da garoa e do Romanée-Conti”Seu comentário
| ||||||
September 29th, 2009 at 7:17 pm
Não precisa disfarçar: o político paulista é o Maluf, que eu sei.
September 29th, 2009 at 7:43 pm
Ryff, por um mecanismo de defesa, às vezes saio do sério para colocar anônimos psicóticos em seus devidos lugares. Como alguns são compulsivos em suas fixações freudianas, a coisa desanda. Portanto, de minha parte, a moderação será a tônica de agora em diante.
September 29th, 2009 at 7:44 pm
É o vinho do Fasano?
September 29th, 2009 at 7:49 pm
Está chovendo Romanée-Conti em Sampa. é?
September 29th, 2009 at 8:51 pm
Pô! Antes de ser eleito, Lulla et caterva só tomava “Coração de Boi” e alguns tipos de cachaça que servia para desentupir pia! Agora, ternos Armani, Aero-Lulla e Romanée-Conti! E à ralé PTelho-bolivariana? Ora! Comam brioches!
“Se queres conhecer o Inácio, dê-lhe um Palácio”! Barão de Itararé.
September 29th, 2009 at 10:25 pm
Falando em São Paulo, viram o Ratinho ensinando geografia?
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u630859.shtml
September 30th, 2009 at 7:34 am
Claro que SP é o maior consumidor disso aí, alguém por aqui paga os impostos de importação? O porto de Santos é praticamente uma festa!
September 30th, 2009 at 9:54 am
Gente de bom gosto. Se você pesquisar outras “iguarias” tão nobres quanto o Romanée, vendidas mundo afora, vai encontrar um grande mercado em SP também. Repito, lugar de gente de bom gosto. No país da “buxada de bode” e da cachaça, ainda bem que SP equilibra o paladar.
September 30th, 2009 at 10:25 am
Que gasto inútil!
Uma “51″, para quem foi, já estava bom demais.
Em tempo: Ryff, você sempre ótimo. Parabéns pela introdução.
Apelação”, por certo, é atitude de quem não tem argumento e isso não condiz com o nível do seu excelente Blog.
September 30th, 2009 at 12:18 pm
Não só do vinho como também dos outros néctares citados mais adiante. O frio ajuda, as mulheres gostam e o dinheiro paga. Agora por exemplo, meio-dia em ponto, o termômetro marca 13°C temperatura que nos ensina que abrir uma garrafa de Romanée-Conti é melhor que ir a Campos do Jordão beber cerveja gelada.
Mas, como diria o Ronie Von, São Paulo é São Paulo. Por falar no Ronie, sabia você que (segundo o príncipe da Jovem Guarda) o Brasil produz na serra gaúcha os melhores espumantes do mundo?
September 30th, 2009 at 4:58 pm
Saúde!
September 30th, 2009 at 5:48 pm
Acho que este é meu primeiro comentário neste blog.
Não é surpresa que os estoques brasílicos de vinhos caros sejam contados às toneladas.
As disparidades de renda no país, entretanto, ensejam uma pequena vingança : os consumidores desses fermentados esnobes perdem a oportunidade de saborear os destilados de Salinas.