Luiz Antonio Ryff
       
      Quiroga, o físico nuclear

De Quiroga, astrólogo do Estadão, em tom apocalíptico ontem.

“Enquanto isso, aqui na Terra seria tudo cômico, se não fosse dramático. Esse mundo virado do avesso com que nossa humanidade tem de conviver diariamente é o ideal da perspectiva cômica, pois obriga os representantes institucionais a se movimentarem dentro de saias-justíssimas diariamente. Porém, em vez de rir, e através da gargalhada quebrar o encantamento, pelo contrário, eles e elas levam tudo muito a sério e se convencem de que o virado do avesso é o certo. Por que, então, nos admiraríamos se, de um dia para outro, o próprio eixo da Terra mudasse de posição, chacoalhando duramente nossa humanidade, de modo que as coisas da civilização sejam postas em seu devido lugar? Ou alguém ainda pensa que os abusos atuais podem acontecer impunemente?”

Será que ele está se referindo ao novo acelerador de partículas do Cern, o maior do mundo, que começa a funcionar amanhã, vai recriar o Big Bang e, dizem alguns, pode ser o responsável pelo fim do mundo?

Publicado por Luiz Antonio Ryff - 9/09/08 4:44 PM


23 comentários em “Quiroga, o físico nuclear”

  1. Comentário de Mad Max

    Quidroga, digo Quiroga plagiando o Armagedom:

    O fim está próximo….

  2. Comentário de Porto

    Por via das dúvidas melhor deixar para comentar na quinta, dia 11. Se é que vai haver quinta feira.

    Entretanto, gostaria de deixar um abraço fraterno aos colegas do blog e um pedido de desculpas por algum eventual mal-entendido. Nos encontramos no paraíso. Até lá.

  3. Comentário de Bourbon Açuruá

    As metáforas filosóficas do Quiroga, apesar da limpidez e simplicidade,não estão sendo dedidamente compreendidas. Lamentável

  4. Comentário de Porto

    Tenho uma amiga que é adepta de uma tal Cultura Racional segundo a qual todas essas coisas estão previstas. No balaio apocalíptico da tal cultura estão a destruição do meio ambiente, o crescimento da pobreza, da violência e o esfacelamento das relações inter-pessoais com a consequente deterioração da sociedade. Em resumo, o fim do mundo.

    Os praticantes da ’seita’ vestem-se de branco e dirigem-se toda semana ao centro da cidade para divulgar seus conhecimentos e vender livros. Até ganhei um de presente. Comecei a ler mas parei nas primeiras páginas. Não dá para prosseguir. Dá enjôo. Trata-se de um monte de elucubrações sem sentido como essas do Quiroga. Mas há gente que paga para ler isso sem se dar conta do engodo ou - pior ainda - acreditando piamente no que leu. E parte para a discussão se você disser que essa tal Cultura Racional é um amontoado de bobagens. Geralmente são pessoas de pouca instrução e muita carência, o que talvez explique sua vulnerabilidade às pseudo-ciências e aos novos profetas que tem surgido com certa frequencia e fazem sucesso entre os mais pobres.

    Temos por aqui algum advogado da Cultura Racional?

  5. Comentário de Bourbon Açuruá

    Vamos colocar um cartaz no “Cais”, escrito: Sarcasmo!!!

  6. Comentário de Clara

    Esse Quiroga adora escrever - pelo que li aqui no nonsense - “enquanto isso aqui na Terra” como se soubesse perfeitamente como é qualquer outro lugar. Assim com comparar Nova Iorque com São Paulo ou Barcelona com Rio de Janeiro.

  7. Comentário de Renato Gonçalves

    É isso aí mesmo.

    Vamos colocar o cadaver do nosso inimigo no acelerador de particulas do CERN, pra girar a trocentos mil Km/s e depois cozinhar os Boson de Higgs do que sobrar, em óleo fervendo.
    Viva o fim do senso racional e do universo também.

    Améééém.

  8. Comentário de Mr. WRITER

    É impressão minha ou comentários sumiram deste post?

    Será que o Quiroga anda usando seus podres poderes?

  9. Comentário de Mr. WRITER

    Como eu disse no outro post, ele ser um idiota e escrever idiotices é normal. Estranho mesmo é alguém dar atenção pra ele…

    E por falar em cômico, esse texto dele só pode ser uma grande piada.
    É duro de acreditar que alguém desse jeito se leve tão a sério…

    Podiam jogar era umas partículas gama em altíssima velocidade na cabeça dele.

  10. Comentário de Mr. WRITER

    Ah, eu já disse pra removerem o plutônio e o urânio das refeições que ele faz.

  11. Comentário de Nhé!

    Gostei do “virado do avesso”.
    O resto não compreendi.
    Afinal, do que esse cara fala, hein??
    :roll:

  12. Comentário de Tradutora

    Eu tinha uma amigo no tempo da universidade que para “salvar uns trocados” arrumou um emprego no jornal da cidade. Ele escrevia o “Horoscopo” era muito engracado o processo de criacao: ele pegava um monte de revistas e jornais antigos e “pincava” frases de diferentes signos e fazia o horoscopo do dia daquele signo. Lendo o Quiroga acho que ele faz o mesmo soh que ele nao tem a preocupacao de dar “sentido” a frase.

  13. Comentário de Mr. WRITER

    Tradutora,
    acho que o Quiroga “pinça” frases das historinhas da Mônica, a dentuça dos gibis…

  14. Comentário de Doida de Pedra

    Meeedoooo!!! kkkk

  15. Comentário de Carlos Magno

    O Quiroga tem razão. É necessário entender bem suas palavras. Não é nem uma questão mística, mas científica. O eixo da Terra está mudando, as variações climáticas são provas disso. O aquecimento global, segundo os técnicos, procede nalguns pontos, mas noutros são farsas bem montadas.

    Quanto à máquina de recriar o universo, finalmente o homem constrói uma engenhoca para tentar imitar o Criador! E talvez mais lá na frente o destitua de suas trilhonésimas funções no incomensurável mega universo!

    Seria uma versão tecnológica moderna, experimental e prática do pensamento dos antigos ao construir a Torre de Babel para chegar ao céu?

    Sorte que hoje em dia a linguagem científica possui tradutor instantâneo e os tecnocratas falam quase a mesma língua!

  16. Comentário de jsidhfejwfwejh dos santos

    Bourbon Açuruá,

    Eu humildemente lhe pergunto:

    voce é o quiroga?

  17. Comentário de jsidhfejwfwejh dos santos

    Eu não sou um físico, nem tampouco um cientista…mas

    Achar que um acelerador de partículas irá chocar prótons e a partir daí produzir um big bang e por consequencia o final dos tempos

    é uma bobagem.

  18. Comentário de jsidhfejwfwejh dos santos

    no máximo um proton irá chocar-se com outro e as forças irão se anular.

    É claro que alguns elétrons irão sair machucados,

    uns arranhõezinhos, nada sério nao.

    O quiroga nem precisava se preocupar com isso. Mas acho que ele deve ganhar mais do que eu. Eu não sei mentir.

  19. Comentário de jsidhfejwfwejh dos santos

    Aliás eu reli o texto e

    entendi que ele fazia uma crítica ao comportamento da sociedade brasileira, suas instituições e sobre moralidade.

    O ryff que foi sarcástico. Mas o título:

    “Quiroga, o físico nuclear”

    Foi uma piada, rí disso. Eu odeio o quiroga e nem conheço o cara. Vai ver isso é uma DIFAMAÇÃO.

  20. Comentário de Bourbon Açuruá

    Dos Santos,

    “Quem dera” ser o Quiroga. O que entendo, é que “os portos” devem ser abertos e acessíveis para todas as ideias, inclusive para a “piroga” do Quiroga.

  21. Comentário de jsidhfejwfwejh dos santos

    huhuahua

    acho que o Bourbon sacaneou o Porto…

    Mas eu acho que o Porto escreve muito bem.

    Quanto ao Quiroga, o que leio me parece o oposto a filosofia, produto de reflexoes contemplativas…e sim o resultado de uma diarréia mental

  22. Comentário de luiz carlos de almeida

    Repensando o Modelo Nuclear
    Desde quando descoberto a antimatéria, na figura do Posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria é muito peculiar, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos..
    A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos, uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois, é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros, que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.

    Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá.
    Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras .
    Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem dá massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto desta união. Assim, podemos a acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron.
    Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV , em um sentido e que em sentido contrario ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituída na verdade por 02 raios com velocidade cinética de 0,255 MeV cada, mas que tal emissão era um neutrino e um antineutrino.
    Então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do Posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 energia magnética negativa com 01 energia magnética positiva e que não possuía massa, por estas energias não terem ação do neutrino e do antineutrino.
    Baseado neste fato, para que ocorresse este processo de “aniquilação”, de um elétron e de um posítron, o elétron teria que ser formado por 02 quantidades de energia magnética negativa e o posítron por 02 quantidades de energia magnética positiva.
    Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga a acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, “X”, ultra violeta, espectro visível…etc.)
    Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, faz com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , tanto em rotação, quanto em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico.
    Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares.
    Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles.
    Na união de um elétron e um posítron livres, a aniquilação não ocorre, pois, o que ocorre é o destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa.
    A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein.As radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão perdendo velocidade cinética, até se transformarem em Energia Escura, formadora do espaço. È o próprio Espaço. Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas.
    A matéria e a energia são intercambiáveis, não se perdem, apenas se transformam, assim:
    Não ocorre Quebra de Simetria de Paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria.
    Não ocorre Quebra de Simetria de Carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons.
    Não ocorre a Quebra de Simetria da conservação da Energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim é uma união elétron-posítron,apenas o núcleo atômico estava sendo mal entendido

    Publicado em: abril 20, 2009
    Autor: Luiz Carlos de Almeida
    ? Analisando parte da teoria de Higgs, que considera que alguma partícula massiva daria massa à energia e que, quando um posítron surge, logo ele se interage com um elétron produzindo um raio de radiação eletromagnética e um outro raio , de sentidos contrários, sendo que este último raio, na verdade são 02 raios , porém diferente da radiação eletromagnética que não possui massa, estes 02 raios são massivos, representado pelo neutrino e antineutrino carregados de energia.
    ? Um Modelo Nuclear baseado nesta premissa e neste evento chamado de “aniquilação de um posítron e um elétron”, e pelo fato que, não é somente o núcleo atômico que possui massa, pois o elétron também possui massa e que este mesmo elétron tem uma “leve interação” com o neutrino, então, este neutrino seria o responsável em criar um campo de massa ao elétron, e que por analogia, o antineutrino criaria um campo de massa ao posítron, e que, nas uniões elétrons – posítrons na formação do próton e do nêutron, teria que ter a interações dos neutrinos e dos anti-neutrinos criando campos de massa aos elétrons e posítrons destes aglomerados, e que, para superar o problema da “aniquilação”, esta união teria que ocorrer sobre elevadas forças, o que realmente ocorre no interior das Estrelas . Então, estas forças fizeram com que a matéria e a antimatéria ficassem agrupadas, sem que se aniquilassem quando estáveis, pela força de união e a quantidade de massa nuclear.
    ? Essas forças levaram o elétron e o posítron, a ficarem contidos, mas se ocorrer um aumento da massa nuclear, ocorrerá desequilíbrio de forças no núcleo, com diminuição da força magnética de união (força forte) e a transformação da matéria em energia ocorrerá para restabelecer este equilíbrio. Este processo de equilibrar o núcleo ocorre por “aniquilações” entre elétrons e posítrons, com formação de radiação gama, e dependendo do grau de instabilidade, pode ocorrer conjugado a estas aniquilações, a saída do núcleo, de elétrons, posítrons, partículas alfa, Prótons, nêutrons, neutrinos,antineutrinos, que saem do núcleo em forma de raios: gama, beta (+), beta (-), alfa, emissão de nêutrons, radiação protônica, neutrinos e antineutrinos, carregados ou não de energia, como pode ocorrer, também, a captura de elétron. A força de união entre os elétrons e posítrons é de natureza magnética elementar, no sentido da busca do elementar negativo pelo elementar positivo, e vice versa. Esta união magnética elementar é muito grande, pois, o núcleo em relação a eletrosfera é muito diminuto e mesmo com uma distância muito grande deste núcleo, a atração de 01 posítron a mais no próton, exerce bastante força, em relação ao elétron, que circula o núcleo atômico em busca do elementar positivo internalizado no próton e este magnetismo duplo entre posítron a mais dos prótons e elétrons da eletrosfera provocam o giro do elétron ao redor do próton e o giro ao longo do seu eixo, já que pelo modelo proposto o elétron é formado por 02 porções de energia magnética lhe dando uma forma não esférica, mas com o giro apresenta-se circular. Os spins dos elétrons são definidos pelo resultado das forças magnéticas deste núcleo (posítrons a mais nos prótons) e suas interações magnéticas com o magnetismo dos outros elétrons.
    ? Como a massa de um Próton é de aproximadamente 1836 vezes a massa do elétron, e como neste modelo teremos, além da aproximação, um número elevado de neutrinos e antineutrinos, que possuem uma massa mínima, e estão somados à massa do elétron e do posítron, considerei um modelo que teria um Próton com 1835 partículas carregadas (918 Pósitrons + 917 Elétrons) mais 1835 partículas neutras que dão massa às partículas carregadas (918 antineutrinos+ 917 neutrinos).
    ? É de se observar que, este posítron a mais no próton, dá a positividade magnética a todo aglomerado – Próton e que a mesma quantidade de posítrons e elétrons no aglomerado Nêutron, o deixa magneticamente estabilizado.
    ? O elétron e o posítron são partículas formadas por uma quantidade dual de energia magnética negativa e positiva, respectivamente, com a atuação do neutrino dando o campo de massa ao elétron e o antineutrino produzindo o campo de massa ao posítron.
    Observa-se que tem apenas um tipo de neutrino e antineutrino, pois o neutrino e antineutrino do muón são apenas o neutrino do elétron e o antineutrinos do posítron carregados com energia magnética elementar, e também que, o elétron é formada por 02 energias magnéticas elementares negativas (pólo negativo), pois, cada neutrino (do elétron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O posítron, também é formada por 02 energias magnéticas elementares positivas (pólo positivo), pois, cada antineutrino (do posítron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O que faz com que, o neutrino e antineutrino do muón sejam considerados diferentes do neutrino eletrônico e antineutrino positrônico, é a característica do neutrino e antineutrino produzirem, por vibrações, campos de massa à energia magnética que circulam.
    “Para o Modelo Nuclear proposto, o que é crucial, é que o número de Positrons no Próton seja superior em 1 em relação ao número de Elétrons, pois, a cada elevação de massa atômica dos elementos químicos, os prótons e nêutrons terão em suas formações menor número de posítrons e elétrons, devido à transformação de matéria em energia (Defeito de massa) para a formação de cada elemento químico com massa mais elevada”. luiz1611@hotmail.com

  23. Comentário de luiz carlos de almeida

    Repensando o Modelo Nuclear
    Desde quando descoberto a antimatéria, na figura do Posítron, a mente humana sonha na sua utilização para diversos fins, somente que, as características desta antimatéria é muito peculiar, suscitando questionamentos, que parecem ser muito complexos..
    A ciência caminha para decifrar cada vez mais o nosso universo, entendendo cada vez mais do que somos formados. Assim, surgiu perante meus olhos, uma questão que se tornou, não somente fascinante, como também preocupante, pois, é fascinante por tornar muitas questões de difíceis explicações, fáceis e lógicas, e é preocupante porque mostra que temos dentro da ciência, vários caminhos que nos levam a acertar e tantos outros, que nos levam a não acertar, o que compromete bastante o nosso próprio desenvolvimento.

    Voltando à antimatéria, se ela é emitida pelo núcleo atômico, ela teria que estar lá e que se a matéria (elétron) também é emitida, como radiação beta (-) é porque ela está lá, e que se juntamente com um posítron também é emitido um neutrino e com um elétron é emitido um antineutrino é porque eles estão lá.
    Bastava, então, se conseguir decifrar estas premissas, que devem ser verdadeiras .
    Muito fascinante perceber que se a radiação gama é produto da união entre um elétron e um posítron e que tal radiação não possui massa, e que, quem dá massa ao elétron e ao posítron teria que ser produto desta união. Assim, podemos a acreditar, como prediz parte da teoria de Higgs, que alguma partícula fosse responsável pelo campo de massa, tanto do elétron, como do posítron.
    Analisando a radiação gama, da união do elétron com o posítron, observa-se que esta radiação gama parte com uma energia cinética de 0,511 MeV , em um sentido e que em sentido contrario ocorria a emissão de um raio com energia cinética de 0,511 MeV, que era constituída na verdade por 02 raios com velocidade cinética de 0,255 MeV cada, mas que tal emissão era um neutrino e um antineutrino.
    Então, fica claro que, este neutrino é responsável pelo campo de massa do elétron e que o antineutrino é responsável pelo campo de massa do Posítron e que a radiação gama por ser neutra é a união de 01 energia magnética negativa com 01 energia magnética positiva e que não possuía massa, por estas energias não terem ação do neutrino e do antineutrino.
    Baseado neste fato, para que ocorresse este processo de “aniquilação”, de um elétron e de um posítron, o elétron teria que ser formado por 02 quantidades de energia magnética negativa e o posítron por 02 quantidades de energia magnética positiva.
    Se o núcleo emite posítron, elétron, neutrino e antineutrino e que a interação dos neutrinos com os elétrons e dos antineutrinos com os posítrons, surge a matéria, isto nos obriga a acreditar que o núcleo atômico, tem que ser formado por elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos de massa – neutrinos e antineutrinos) e que as radiações eletromagnéticas nucleares são provenientes de interações de elétrons e posítrons formadores dos prótons e nêutrons, e que, à medida que, perdem energia cinética são chamadas de outros tipos de energias eletromagnéticas (gama, “X”, ultra violeta, espectro visível…etc.)
    Como a massa do núcleo é, aproximadamente, 1836 vezes maior que de um elétron e de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do hidrogênio) teria que ter 918 posítrons e 917 elétrons e que este posítron a mais no próton, faz com que este núcleo ficasse magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente negativo) , tanto em rotação, quanto em seu próprio eixo, já que é uma estrutura dual, não esférica, que nesta atração mútua magnética o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo, faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico.
    Faltava entender porque esta união elétron e posítron, na formação do próton e do nêutron, não resultou no processo chamado de aniquilação de pares.
    Percebe-se, que esta formação aconteceu em estrelas e que nestas estrelas a enorme força de gravidade impediu a aniquilação, e também, estabilizaram estes elétrons e posítrons, mantendo-os unidos, com uma força bastante forte de união magnética de contato entre eles.
    Na união de um elétron e um posítron livres, a aniquilação não ocorre, pois, o que ocorre é o destacamento do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, com metade da energia magnética de cada e que a radiação eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os campos de massa.
    A energia cinética, tanto da radiação (0511MeV) como do neutrino (0,255MeV), como do antineutrino (0,255MeV), que é quantificada pela teoria de Albert Einstein.As radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas vão perdendo velocidade cinética, até se transformarem em Energia Escura, formadora do espaço. È o próprio Espaço. Esta energia escura é o resultado todas as radiações eletromagnéticas.
    A matéria e a energia são intercambiáveis, não se perdem, apenas se transformam, assim:
    Não ocorre Quebra de Simetria de Paridade, pois tudo é constituído por 50% de matéria e 50% antimatéria.
    Não ocorre Quebra de Simetria de Carga, pois o elétron, o posítron, o neutrino e o antineutrino estão na formação dos prótons e nêutrons.
    Não ocorre a Quebra de Simetria da conservação da Energia, pois não ocorre emissões de radiações eletromagnéticas pelos elétrons e sim é uma união elétron-posítron,apenas o núcleo atômico estava sendo mal entendido

    Publicado em: abril 20, 2009
    Autor: Luiz Carlos de Almeida
    ? Analisando parte da teoria de Higgs, que considera que alguma partícula massiva daria massa à energia e que, quando um posítron surge, logo ele se interage com um elétron produzindo um raio de radiação eletromagnética e um outro raio , de sentidos contrários, sendo que este último raio, na verdade são 02 raios , porém diferente da radiação eletromagnética que não possui massa, estes 02 raios são massivos, representado pelo neutrino e antineutrino carregados de energia.
    ? Um Modelo Nuclear baseado nesta premissa e neste evento chamado de “aniquilação de um posítron e um elétron”, e pelo fato que, não é somente o núcleo atômico que possui massa, pois o elétron também possui massa e que este mesmo elétron tem uma “leve interação” com o neutrino, então, este neutrino seria o responsável em criar um campo de massa ao elétron, e que por analogia, o antineutrino criaria um campo de massa ao posítron, e que, nas uniões elétrons – posítrons na formação do próton e do nêutron, teria que ter a interações dos neutrinos e dos anti-neutrinos criando campos de massa aos elétrons e posítrons destes aglomerados, e que, para superar o problema da “aniquilação”, esta união teria que ocorrer sobre elevadas forças, o que realmente ocorre no interior das Estrelas . Então, estas forças fizeram com que a matéria e a antimatéria ficassem agrupadas, sem que se aniquilassem quando estáveis, pela força de união e a quantidade de massa nuclear.
    ? Essas forças levaram o elétron e o posítron, a ficarem contidos, mas se ocorrer um aumento da massa nuclear, ocorrerá desequilíbrio de forças no núcleo, com diminuição da força magnética de união (força forte) e a transformação da matéria em energia ocorrerá para restabelecer este equilíbrio. Este processo de equilibrar o núcleo ocorre por “aniquilações” entre elétrons e posítrons, com formação de radiação gama, e dependendo do grau de instabilidade, pode ocorrer conjugado a estas aniquilações, a saída do núcleo, de elétrons, posítrons, partículas alfa, Prótons, nêutrons, neutrinos,antineutrinos, que saem do núcleo em forma de raios: gama, beta (+), beta (-), alfa, emissão de nêutrons, radiação protônica, neutrinos e antineutrinos, carregados ou não de energia, como pode ocorrer, também, a captura de elétron. A força de união entre os elétrons e posítrons é de natureza magnética elementar, no sentido da busca do elementar negativo pelo elementar positivo, e vice versa. Esta união magnética elementar é muito grande, pois, o núcleo em relação a eletrosfera é muito diminuto e mesmo com uma distância muito grande deste núcleo, a atração de 01 posítron a mais no próton, exerce bastante força, em relação ao elétron, que circula o núcleo atômico em busca do elementar positivo internalizado no próton e este magnetismo duplo entre posítron a mais dos prótons e elétrons da eletrosfera provocam o giro do elétron ao redor do próton e o giro ao longo do seu eixo, já que pelo modelo proposto o elétron é formado por 02 porções de energia magnética lhe dando uma forma não esférica, mas com o giro apresenta-se circular. Os spins dos elétrons são definidos pelo resultado das forças magnéticas deste núcleo (posítrons a mais nos prótons) e suas interações magnéticas com o magnetismo dos outros elétrons.
    ? Como a massa de um Próton é de aproximadamente 1836 vezes a massa do elétron, e como neste modelo teremos, além da aproximação, um número elevado de neutrinos e antineutrinos, que possuem uma massa mínima, e estão somados à massa do elétron e do posítron, considerei um modelo que teria um Próton com 1835 partículas carregadas (918 Pósitrons + 917 Elétrons) mais 1835 partículas neutras que dão massa às partículas carregadas (918 antineutrinos+ 917 neutrinos).
    ? É de se observar que, este posítron a mais no próton, dá a positividade magnética a todo aglomerado – Próton e que a mesma quantidade de posítrons e elétrons no aglomerado Nêutron, o deixa magneticamente estabilizado.
    ? O elétron e o posítron são partículas formadas por uma quantidade dual de energia magnética negativa e positiva, respectivamente, com a atuação do neutrino dando o campo de massa ao elétron e o antineutrino produzindo o campo de massa ao posítron.
    Observa-se que tem apenas um tipo de neutrino e antineutrino, pois o neutrino e antineutrino do muón são apenas o neutrino do elétron e o antineutrinos do posítron carregados com energia magnética elementar, e também que, o elétron é formada por 02 energias magnéticas elementares negativas (pólo negativo), pois, cada neutrino (do elétron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O posítron, também é formada por 02 energias magnéticas elementares positivas (pólo positivo), pois, cada antineutrino (do posítron) possui capacidade para criar um campo de massa máximo para 02 energias magnéticas elementares.
    O que faz com que, o neutrino e antineutrino do muón sejam considerados diferentes do neutrino eletrônico e antineutrino positrônico, é a característica do neutrino e antineutrino produzirem, por vibrações, campos de massa à energia magnética que circulam.
    “Para o Modelo Nuclear proposto, o que é crucial, é que o número de Positrons no Próton seja superior em 1 em relação ao número de Elétrons, pois, a cada elevação de massa atômica dos elementos químicos, os prótons e nêutrons terão em suas formações menor número de posítrons e elétrons, devido à transformação de matéria em energia (Defeito de massa) para a formação de cada elemento químico com massa mais elevada”. luiz1611@hotmail.com

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