|
||||||
|
War in Rio
“No lugar de invadir Moscou, conquistar a África ou aniquilar os exércitos brancos, que tal invadir a Cidade de Deus, conquistar a Baixada ou eliminar o Comando Vermelho?” É isso que propõe o designer Fabio Lopez em “War in Rio”, sua paródia do famoso jogo War, transportado para a realidade da cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos. O jogo aceita até seis jogadores, que podem escolher entre os seguintes “exércitos”: Bope, PM, Comando Vermelho (CV), Amigo dos Amigos (ADA), Terceiro Comando (TC), as milícias. Os objetivos do jogo foram ligeiramente adaptados para a realidade carioca. Em vez de conquistar continentes, o participante de “War in Rio” poderá “conquistar na totalidade as favelas localizadas na Baixada Fluminense e as favelas da Zona Sul”, ou “conquistar 24 favelas à sua escolha” ou “eliminar as Milícias da cidade do Rio de Janeiro”. E tudo isso aprendendo a conhecer melhor a geografia urbana da cidade. É importante tranquilizar quem, porventura, se preocupe com a mensagem desse tipo de iniciativa. Fabio garante que as regras se mantiveram inalteradas. Ou seja: foram preservados “os mesmos princípios morais comercializados” nesse tipo de jogo: “matar, destruir, conquistar e aniquilar seus amigos.”
33 comentários em “War in Rio”Seu comentário
| ||||||
November 29th, 2007 at 1:11 am
Muito bom isso aí?
Tem caveirão?
E só dá para ser bandido no jogo? Não tem nenhum mocinho não?
November 29th, 2007 at 1:12 am
Ops…
Muito bom isso aí!!!!!!!!
November 29th, 2007 at 2:09 am
Pensar que eu moro nesse tabuleiro, é mole??
November 29th, 2007 at 2:10 am
E sou Flamengo!
November 29th, 2007 at 2:11 am
O time, não o bairro.
November 29th, 2007 at 6:02 am
Coisa de carioca mesmo…sempre tirando um sarro de si próprios…..e sempre com o Rei na barriga!
Bom dia Biafra!
November 29th, 2007 at 8:08 am
Caveira!!!
Como é que eu compro isso?
Vou mandar para a família do Brizola (in memoriam);
Para o Marcelo Alencar (quase in memoriam);
Para o Moreira Franco;
Para a Benedita da Silva;
Para o Garotinha;
Para o Rosinha;
Para o Sérgio Cabral;
Esqueci algum governador legal?
Vamos falar sério. Carioca não sabe votar para Governador de Estado.
November 29th, 2007 at 8:36 am
Paulo!
Solidários nos paulistas damos a nossa relação de crápulas:
Serra
Geraldo
Covas
Fleury
Qércia
Maluf
Marins
Olavo E.Martins
Laud Natel(acabou com o ensino público!)
Ademar de Barros………zzzzzzzzzzzz
November 29th, 2007 at 8:36 am
Quercia e Laudo Natel!
November 29th, 2007 at 8:47 am
Esqueceu da quadrilha de São João atual… prejulgador de plantão!
November 29th, 2007 at 9:08 am
Bem, acho que ganharia o jogo, pelo menos tenho a presunção:
1 - Invadir com força os locais dos marginais, as favelas, o alto dos morros. Sem dó nem piedade.
2 - Junto com a invasão, instalar um quartel da polícia no mesmo lugar onde é o quartel do tráfico
3 - Imediatamente colocar um posto de saúde do lado, com médicos e remédios à vontade para a população local
4 - Construir uma super escola, com café da manhã, aulas de qualidade, almoço, esportes, música, teatro e biblioteca a tarde, com um café internet à vontada pra galera.
5 - Um serviço de assistência social com oportunidades de emprego, documentos grátis, como no Poupa Tempo de São Paulo, serviços de cidadania.
6 - Com a população se acostumando ao verdadeiro Estado tomando conta, implantação de policiamento comunitário, duplas a pé, parando de bar em bar, de casa em casa, conversando com as pessoas, sabendo o que anda rolando, quem faltou aula, quem fumou o primeiro baseado, quem cheirou a primeira carreira, quem forneceu. Matar o mal pela raiz, no sentido figurado mas efetivo.
Quero ver se perco a posição. Em cada favela a mesma estratégia.
Ganho fácil o jogo. Nem quero brincar mais.
November 29th, 2007 at 9:18 am
Eu fico com as peças azuis.
Ruffy, tem aviãozinhos ou tanques?
November 29th, 2007 at 9:18 am
Podiam fazer uma versão para PC.
November 29th, 2007 at 9:20 am
É isso aí Pax, onde o Estado é omisso, a bandidagem que toma conta.
Mas não acredito que qualquer governante tenha essa coragem.
November 29th, 2007 at 9:46 am
Pax: não esquecer de:
7 - abertura de ruas, calçamento, esgoto, serviços de coleta de lixo;
8 - reurbanização, construção de pequenos prédios e moradias geminadas vendidas a preço de banana ou doada;
9 - legalização de todo o comércio informal (bares, açougues, mercados, video-clubes, cabeleireiros etc);
10 - finalmente, agora que o estado já cumpriu seu papel: cobrança de impostos e iptu.
aí, ao invés de favelas, finalmente teremos bairros.
bão, vou trabalhar.
November 29th, 2007 at 9:53 am
palhaço e Radical Livre
Pois é meus amigos, é simples o que parece complicado.
O complicado é termos a pior classe política da história do Brasil e acharmos algum com culh@ao pra fazer o que tem que ser feito.
Mas a fórmula parece infalível. Só falta, como diz o palhaço, gente de coragem. Não há. Tão simples, quer dizer, triste, quanto isso.
November 29th, 2007 at 9:56 am
Guido…embora voce seja livre para meter a colher, devo explicar que o PT jamais governou Sampa….o PCC é obra do PSDB.
November 29th, 2007 at 10:06 am
Bom dia, pessoal!
Bom, não sou carioca e meu universo é bem distante do Rio de Janeiro, mas concordo com Pax e Radical Livre em gênero, número e grau!
November 29th, 2007 at 10:12 am
Concordo contigo!
Foi para espezinhar!
Arrisco a dizer que o PCC existiria qualquer que fosse o governo!
Como aqui no Rio, nenhuma das facções ciitadas, é obra de partido algum.
É obra de política tradicional brasileira, tupiquinim, independente e acima de partidos que faz do desvio de dinheiro e do descaso, campo para a oportunidade fácil, tráfico e robalheira rasteira.
Isto não privilégio de partido, é modo de política brasileira!
Dado estatistico para querer provar o contrario, e jogar conversa fora pelo ralo, porque o buraco e muito mais embaixo…
A realidade só prova isto!
Aliás quem viu ontem as declarações do Ministro Manteiga, viu como a vida é de uma ironia cruel, à cavalo e insuperável!
E quem viua cena patetica de Mercadantee Virgilio juntos dando entrevistas, so tem direito a duas coisas… gargalhar echorar ao mesmo tempo…
November 29th, 2007 at 10:12 am
Pax,
por exemplo, em relação à classe política: nosso atual governador, o Sérgio Cabral, se preparou durante mais de vinte anos para assumir o cargo. Desde sua primeira eleição a deputado estadual, em 86 se não me engano (ou foi 90?), dava para ver que ele um dia assumiria o governo estadual.
Pois bem, acontece que ele só se preparou para chegar ao cargo - ao que parece ele não tinha nenhum plano para o que fazer quando chegasse lá. A política de segurança dele não existe, ele não tem a menor idéia do que fazer em relação ao caos em que vivemos.
e não, nunca votei nele.
November 29th, 2007 at 10:34 am
Pois é Radical Livre,
Esses caras só se preparam para atacar os cofres públicos. O pior no Brasil não é a corrupção, que é um mal terrível, mas sim a incompetência, na minha opinião. Não querendo justificar a roubalheira generalizada, de forma alguma.
Na boa, esse plano que falei acima, discuti com amigos por um bom tempo, ou seja, o que faríamos com esse tipo de problema? É um plano factível, o Estado tem muito dinheiro, tem forças armadas muito mais fortes que um bando de desmilinguidos que são esses traficantes pés de chinelo, só que esse dinheiro público ou é mal gasto, ou roubado mesmo. É um pé no saco.
E, na boa, perdem excelentes oportunidades. Um cara que tivesse culh@ao pra implantar um plano desses no Rio, por exemplo, seria imediatamente alçado a Estadista e não um político de m@rda.
November 29th, 2007 at 11:01 am
Poderia ter uma versão pra PC estilo Counter Strike!!!
Bom dia a todos…
November 29th, 2007 at 11:17 am
Bom dia a todos!
brincar com uma realidade tão cruel não me agrada.
cap. GANCHO, já li seu recado, um grande abraço tb!
November 29th, 2007 at 11:41 am
Eu costumava jogar este excelente jogo de tabuleiro na versão clássica.
Sempre terminava em briga de verdade, com xingamentos e tudo.
Gostei da didatica do Pax e o complemento do Radical Libre.
E concordo com que disse que não existem polítics com coragem para esta revolução.
Mas uma coisa me deixou profundamente revoltado.
Quem desenhou o jogo não contemplou a FLORESTA DA TIJUCA com NENHUM exército, nem território a ser usado estrategicamente.
Todos sabem que um 7º (septimo) ejercito deveria ter sido criado:
o ejercito dos URSOS MOHAMEDS.
Ursos Mohamed são animaizinhos infantilizados por professoras inglesas do primário. E reproduzem-se libremente na floresta da Tijuca.
Com táticas de guerrilha poderiam vencer o jogo, contando com a ajuda dos ENTS (barbárvores) e dos habitantes do COndado, os hobbits.
Muito Obrigado pela leitura.
November 29th, 2007 at 11:47 am
Quem mora no Rio sabe que uma parte deste jogo já é realidade, principalmente quando se trata de aliança entre morros (não falo de facções), mesmo distantes, para formação de bondes de invasão para tomada de comando de um morro sob domínio de facção contrária.
Fazem verdadeiras “blitzkriegs” para roubar carros, fechar trânsitos e etc…
November 29th, 2007 at 11:48 am
Dava para fazer outras adaptações de jogos antigos para a realidade atual.
Supertrunfo, por exemplo. Lembram?
As cartas mais poderosas poderiam ser o Marcola, o Fernandinho Beira-mar, o Capitão Nascimento…
November 29th, 2007 at 12:32 pm
Obrigado e um bom dia Mariana! O Paulo deverá voltar ainda hoje, e pena que ele não possua laptop como eu, pois estou fora do Brasil, mas sempre acompanhando vossas opiniôes respeitosas; um abraço querida!
November 29th, 2007 at 1:16 pm
É! Um abraço!
November 29th, 2007 at 1:20 pm
Como designer, aprecio a idéia do colega de profisão.
Temos, assim como alguns artistas, esses repentes de modificar as coisas através da sátira e da caricatura do que já existe.
Tenho um projeto engatilhado para um game para PCs. Tudo com base em algumas coisas de nossa realidade misturada com um tempero de ficção… não posso falar muito, pois será meu projeto para quando fizer miha pós-graduação em design de jogos…
November 29th, 2007 at 1:22 pm
La Silva,
eu tenho Warcraft III: Reign of Chaos e Warcraft III: The Frozen Throne…
November 29th, 2007 at 1:39 pm
Fale writer,
Além desse eu tenho x-men 2 ( de RTS), Lord Of The Rings (de RTS), e AOE 3, que ainda não consegui jogar por ainda não ter melhorado minha maquina.
Quando chegar na parte dos desenhos dos personagens do seu projeto, deixa eu contribuir com alguns desenhos, que poderão ou não ser aproveitados. Eu gostaria de ver um personagem por mim criado em um jogo.
Mas o teu projeto é de RTS (Real Time Strategy)?
November 29th, 2007 at 1:48 pm
Dos desenhos dos personagens do warcraft, que aparecem no Frozen, acho muito paidegua (estranhissimo) o desenho da WARDEN. (uma nightelf que usa armadura), que é uma entre os heróis do jogo.
November 29th, 2007 at 2:12 pm
La Silva,
Fechado, você poderá criar sim uns personagens.
Ainda não decidi o estilo do game, mas quero mesclar um pouco de RTS, RPG e ação ou adventure. Assim fica mais fácil agradar aos fãs.