Ao morrer há exatamente uma década em um acidente de carro em Paris, aos 36 anos, a princesa Diana foi incensada. Hoje o mito desbotou, segundo o diário “Le Monde.
Como exemplo disso, as doações para o Fundo do Memorial de Diana despencaram. Foram de 100 milhões de libras em 1998 para 222 mil libras em 2006 (de R$ 400 milhões para R$ 880 mil).
O jornal francês lembra que, em 2002, Diana ficou em terceiro lugar em uma pesquisa da BBC sobre os grandes britânicos da História. Outra enquete revelou que sua morte era considerada pelo público como o principal evento inglês do século 20, na frente do final da Segunda Guerra Mundial.
A Reuters soltou essa reportagem sobre o drama de um paquiderme na China: “Um elefante ex-viciado em drogas, que foi alimentado com bananas cheias de heroína por tratadores ilegais, vai retornar à vida selvagem após ser curado de seu vício por meio de metadona e contínuo tratamento”.
Dá até medo de imaginar as alucinações do coitado do animal, né não?
“Eu te procuro” (Dhema / Silvão / Francisco do Pagode) é uma das faixas do disco “De tudo que eu gosto”, o novo CD de Alcione, a Marrom. Eis a letra abaixo:
“Eu te procuro em cada canto da cidade
Cada boate, cada rave onde houver um som
Cada pagode do Arlindo, show do Pagodinho
Festa na praia, de repente você no telão
Sigo o teu passo, o teu cheiro
Mas não dou bandeira
É só você que não me vê aqui na multidão
Fui aprender até a dançar na gafieira
Pra ver se no Elite a gente roda no salão
Mas que culpa tenho eu
Se esse meu coração
Por você se perdeu, perdeu
Enlouquecido ele anda
Rondando os teus passos
Ainda eu te laço
Tenho certeza que sim
Estou na tua cola
Sei que já chegou a hora
De botar as cartas na mesa
E roubar você pra mim”
O detalhe, revelado pelo “Extra”, é que Francisco do Pagode é pseudônimo de Francisco Paulo Testas Monteiro, mais conhecido como Tuchinha, apontado pela polícia como o ex-líder do tráfico na favela da Mangueira e foragido da Justiça.
Segundo o “Extra”, Alcione se justificou dizendo que não escolhe suas músicas pelos nomes dos compositores.
- A música chegou às minhas mãos e achei maravilhosa. Não importa quem é o autor, o que vale é que ela tocou meu coração. Não poderia deixar de gravá-la. Não sei se o Francisco tem problemas com a Justiça. E, se tiver, eu devo discriminá-lo por isso, e não gravar uma música dele?
Do jornalista Lauro Jardim, titular da coluna Radar on-line, de Veja, sobre a cobertura que a TV Senado vem dando para o caso envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros.
“Hoje, a emissora subordinada a Renan interrompeu abruptamente a transmissão no momento em que a acusação se manifestaria. Passou a transmitir uma inadiável sessão em homenagem ao Dia do Comerciante, que estava programada para começar somente após o encerramento da sessão do Conselho de Ética”.
Como perguntar não ofende, Lauro pergunta:
“Interrompeu por ordem de quem? Por que a tal sessão dos comerciantes mudou de horário? Para quem se questiona também sobre a independência da TV Pública, pode ser um começo de debate.”
Para os militantes da Peta (People for the Ethical Treatment of Animals ou Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais), comer carne contribui mais para o aquecimento global do que todos os veículos utilitários juntos. Eles querem convencer os carnívoros disso.
- Se tiver uma boa parceria, aquilo que eu chamo de uma boa cumplicidade, em relação às Metas do Milênio, nós poderemos, no caso do Brasil, atingi-las antes do período [2015]. E digo isso por dois anos e meio de experiência. Eu digo dois anos e meio de experiência, porque quando a gente ganha as eleições, você toma posse no dia 1º de janeiro, passa um ano inteiro debatendo para corrigir o orçamento que você herdou, que foi feito no governo anterior.
Lula é presidente há quatro anos e oito meses. Se deixarmos de contabilizar o primeiro ano de governo, como ele pede, sobrariam três anos e oito meses. Ok, vamos arredondar para três anos e meio. Isso significa que o presidente esqueceu de um ano. Lula está se enrolando para contar até cinco.
A propósito da decisão do STF de abrir o processo contra os 40 do mensalão, a rádio Nonsense lembra a música “Quando o Morcego Doar Sangue”, de Bezerra da Silva, sambista da malandragem. A quem vocês dedicariam a canção?
“Para tirar meu Brasil dessa baderna
Só quando o morcego doar sangue
e o saci cruzar as pernas
(…) Toda nossa esperança é somente lembrança do passado
A alta cúpula vive contagiada pelo micróbio da corrupção
O povo nunca tem razão, estando bom ou ruim o clima
(…) Já não há alegria de noite
e de dia a tristeza não pára
A vida custando os olhos da cara
E não temos dinheiro para comprar
Quem governa o país é muito feliz, não se preocupa
Tem tudo de graça, não esquenta a cuca
(…) É só caô caô pra cima do povo
Promessa de um Brasil mais novo
E uma política moderna
Mas só quando o morcego doar sangue
e o saci cruzar as pernas”
Quanto espaço a Wikipedia ocuparia em uma estante se em vez de ser uma enciclopédia online ela fosse uma “convencional” de papel?
Um sujeito resolveu fazer as contas da versão em inglês da enciclopédia (a maior). Para isso ele estabeleceu que cada volume teria 25cm de altura, 5 cm de grossura (cerca de 400 páginas), cada página teria duas colunas com 80 linhas com 50 caracteres. O que daria 6MB por volume. Como, em outubro de 2006 (data usada como base), a Wikipedia em inglês tinha 4.4 GB de texto, isso daria 750 volumes. Não incluiu imagens, quadros e outras coisas. E chegou a essa conclusão:
Comentário sobre “A verdade é a autoridade”, feita pelo astrólogo Quiroga, em sua coluna de hoje no “Estadão” (para cadastrados): “Enquanto isso, aqui na nave Terra nossa humanidade busca a verdade, pois esta é a autoridade suprema. Sua própria busca tornou fácil confundir a verdade e confundir-se com ela e, trocando os fatores de lugar, o resultado se alterou; em vez de a verdade ser a autoridade, aconteceu o inverso, a autoridade se transformou na verdade, e não se fala mais nisso. Ainda que existamos na época mais democrática da história humana, nunca antes a cultura se encontrou à beira do despotismo absolutista como agora, pois quem dita a verdade é quem está no lugar da autoridade, seja este um meio de comunicação, uma instituição governamental ou um líder religioso. É desse panorama que resulta o fato assombroso de que, justamente, quem devia servir exige ser servido.”
Será que Quiroga está acompanhando o julgamento do mensalão no STF?
Hugo Chávez, primeiro e único, disse que pretende esmagar a oposição e que, após a reforma da Constituição da Venezuela, a capa do livro da carta magna do país deveria ser vermelha.
- Mais uma vez, esmagaremos a oposição no referendo, porque ela será pulverizada novamente. Depois de aprovar a reforma, proponho que o livro da Constituição deixe de ser azul e passe a ser vermelho, vermelhinho.
Bom, a inspiração original dessa tirada de Chávez é o livro vermelho, a compilação de frases e pensamentos do líder chinês Mao Tsé-Tung. Foi empregado durante a Revolução Cultural (1966-1976) para purificar o país de sua “burguesia liberal” e da influência ocidental. É um consenso, dentro e fora da China, que o resultado foi catastrófico. A grande questão, que mobiliza os historiadores, é tentar estabelecer de quantas centenas de milhares de mortos foi o saldo do período.
Reportagem de Fábio Zanini na “Folha” informa (conteúdo para assinantes): “O governo Luiz Inácio Lula da Silva ignorou acusações de aparelhamento da máquina e acelerou o ritmo da criação de cargos comissionados da administração federal no segundo mandato. A média agora é 7,6 vezes a do primeiro mandato. O número médio mensal de postos desse tipo criados saltou de 23,8 no primeiro mandato de Lula para 179,7 entre janeiro e julho deste ano. Também chamados de cargos de confiança, esses empregos são muitas vezes destinados a apadrinhados políticos.”
Fernando Henrique Cardoso deixou o governo com 19.943 desses cargos. Nos quatro anos e sete meses de Lula foram criados mais 2.402 postos (acréscimo de 12%). Agora são 22.345.
E o dízimo vai para o partido. A “Folha” informa que a receita do PT com a contribuição de uma parte do salário dos militantes para o partido cresceu 545% no primeiro governo Lula.
Pièce de résistance da junk food, o Big Mac fez 40 anos. E o sanduíche de dois hamburgers, alface, queijo, molho especial, cebola, picles e um pão de gergelim do McDonalds ganhou um museu só para ele. Nos EUA, onde mais?
Reportagem publicada no Globo Online relaciona a sexualidade à maneira como se come chocolate. As pessoas são encaixadas em alguns padrões, que seguem abaixo ipsis litteris:
Gulosa - “come muitos pedaços. Para essas pessoas, o sexo é rápido, por vezes supérfluo. Têm o intuito de agradar o parceiro, mas acabam prejudicando a relação. Se for do sexo masculino, pode sofrer de ejaculação precoce”.
Desconfiada - “gosta de chocolate, mas nunca aceita quando lhe oferecem. É cismada, ciumenta e controlada”.
Seletiva - “prova vários sabores, mas não encontra um que lhe satisfaça. Em geral, são mulheres de boas condições financeiras sem grandes obstáculos na vida, mas que enfrentam dificuldades de obter prazer”.
Exigente - “degusta apreciando a aparência, o aroma, a textura e o sabor do chocolate. Ela sabe curtir o sexo e exige bastante do parceiro. Pode estar insatisfeita em seus relacionamentos”.
Devoradora - “é capaz de engolir um bombom inteiro sem morder, liquidar uma barra de chocolate de uma só vez. É característico de quem se acostumou a abreviar as brincadeiras sexuais, de casais que estão juntos há anos”.
Generosa - “come um pedaço e guarda o resto para depois. Pode existir uma terceira pessoa nesse relacionamento”.
Pelo jeito, quem gosta de chocolate é insatisfeito sexualmente.
O blogueiro Steve Wells resolveu contar as mortes ocorridas na Bíblia atribuídas a Deus e a Satã. Pelos seus cálculos, Deus matou 2.270.365, sem contabilizar as diversas catástrofes que Ele desencadeou mas cujo número de vítimas não é dado _ como o dilúvio de Noé ou a destruição de Sodoma e Gomorra. Satã foi responsável por 10. Tá no Pedro Dória.
Ex-presidente da Letônia, Vaira Vike-Freiberga usou boa parte do seu salário de 3.450 euros para comprar roupas para usar nas recepções e cerimônias para as quais era convidada como chefe de estado. Agora, apenas um mês depois de deixar o cargo que ocupou por oito anos, ela declarou que pensa em recuperar parte da mufunfa leiloando as peças no eBay.
Já imaginaram se a moda pega? O que o Lula mandaria para leilão? E o FHC? O Paulo Maluf podia colocar no eBay os vinhos de sua adega (os especialistas dizem que sua coleção de Pétrus tem raridades que nem na cave do château).
O governador do Rio, Sérgio Cabral, foi dar uma aula magna na UniverCidade, onde se formou em jornalismo (pois é… pois é…). Animado diante dos alunos, ele resolveu improvisar e atropelou a História, como conta “O Globo”. Entre outras coisas, afirmou que Getúlio Vargas deu um tiro na cabeça (quando, na verdade, foi no coração). Não contente, repetiu a informação errada. Também trocou a data da Constituição de 1934 por 1932; atribuiu a renúncia de Jânio a uma bebedeira mais forte (embora ela tenha sido bem planejada para coincidir com a viagem de seu vice ao outro lado do mundo); e chamou a aliança entre Reino Unido, EUA e Rússia de “Eixo Democrático” (eram os Aliados, os nazi-fascistas formavam o “eixo”).
Pelo jeito, não estudar está virando pré-requisito para o sucesso na política.
Em greve, policiais civis do Rio de Janeiro pararam o trânsito no Túnel Santa Bárbara, entraram nos ônibus e pediram esmolas, segundo “O Globo” de hoje. Para tanto eles usaram uma frase singela: “Eu podia estar roubando, mas estou aqui pedindo”.
Hayden Christensen e Natalie Portman, o casal de Guerra na Estrelas 2: O Ataque dos Clones, foram eleitos como o casal de cinema com a pior química em cena. O top ten vai abaixo.
1. Natalie Portman e Hayden Christensen, “Guerra na Estrelas: Episódio II - Ataque dos Clones”
2. Ben Affleck e Jennifer Lopez, “Gigli”
3. Keira Knightley e Orlando Bloom, “Piratas do Caribe”
4. Madonna e Adriano Giannin, “Swept Away”
5. Catherine Zeta Jones e Sean Connery, “Entrapment”
6. Hugh Grant e Andie MacDowell, “Quatro Casamentos e um Funeral”
7. Ben Affleck e Kate Beckinsale, “Pearl Harbor”
8. Tom Cruise e Nicole Kidman, “De Olhos bem Fechados”
9. Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, “Brokeback Mountain”
Alex Kurzem viveu uma vida de grandes segredos. Na infância, ocultou sua origem. Durante 50 anos escondeu suas experiências de infância e adolescência. Agora resolveu revelar tudo em um livro: “O Mascote”.
Alex nasceu em Koidanov, atual Belarus, em meados dos anos 30. Em outubro de 1941, seu vilarejo foi invadido pelo exército alemão. Os homens foram levados para a praça da cidade e fuzilados. Seu pai estava entre eles. Naquela noite, dois soldados alemães entraram à força em sua casa e espancaram sua mãe, que lhe disse que todos seriam mortos no dia seguinte. À noite, ele resolveu fugir para uma colina e de lá viu quando a mãe, o irmão ainda bebê e a irmã foram massacrados.
- Eu pude ver soldados forçando as pessoas usando as baionetas. Então eu vi minha família. Eu queria gritar. Eu queria correr para ela., mas não podia. Os soldados atiraram na minha mãe. E enfiaram as baionetas no meu irmão e na minha irmã. Tive que morder minha mão para não berrar.
Ficou escondido na floresta durante alguns meses, comendo frutas silvestres, às vezes recebendo um pedaço de pão de um ou outro morador das redondezas, até ser entregue para a polícia da Letônia. Ajudado por um sargento ele foi adotado como mascote do grupo. Pouco depois o batalhão virou uma unidade da SS nazista e Alex ganhou um uniforme completo para criança, com insígnia, botas de couro e pistola. Foi tema de matérias nos jornais como “o mais jovem nazista do Reich”, desfilou diante de Hitler e foi levado para a Rússia com seu esquadrão.
O front oriental foi palco das maiores atrocidades cometidas na Segunda Guerra. E o pequeno Alex testemunhou várias delas: estupros, execuções, massacres – como a matança de 1.600 judeus queimados vivos em uma sinagoga em Slonim. Certa vez foi obrigado a atirar em um adolescente judeu capturado pelos soldados. Em outra foi usado como isca para atrair meninas para serem violentadas pelos militares.
Durante todo esse tempo, Alex morria de medo que descobrissem seu segredo. O mascote do batalhão SS era judeu. Alex, na verdade, não era nem seu nome verdadeiro. Foi o nome que os soldados lhe deram. Seu nome é Ilya Galperin.
Iosif Vissarionovich Dzhugashvili era um menino sensível e chorão, segundo sua mãe. A revelação está em escritos recentemente descobertos em um arquivo do governo. Iosif Vissarionovich Dzhugashvili é o nome de batismo do georgiano Josef Stálin, o líder soviético com algumas milhões de mortes nas costas.
Uma australiana de 60 anos foi morta por seu camelo de estimação. Segundo as autoridades, aparentemente o animal tentou fazer sexo com a mulher. Ele nocateou a senhora, deitou em cima dela e, como conta a reportagem da BBC, exibiu “o que a polícia delicadamente descreveu como um possível ato de acasalamento”.
Eis uma morte constrangedora. Imaginem a netinha contando que a vovó morreu atacada por um camelo tarado.
A disputa pelo prêmio de frase nonsense da semana está acirrada. A candidata número 1 é Denise Abreu, ao explicar sua foto dando baforadas em um charuto em uma festa no dia da greve dos controladores de vôo a diretora da Anac mostrou que entende tanto de história mundial quanto de aviação civil.
- Não fumo charuto. Churchill, este sim fumava charuto e veio de família humilde e nem por isso deixou de ser grande estadista.
Família humilde, quem diria… O primeiro-ministro inglês era filho de Lord Randolph Churchill, neto do sétimo Duque de Marlborough e nasceu no palácio de Blenheim, uma pérola do barroco de 28 mil metros quadrados. Quem quiser dar uma olhada na prá lá de humilde morada de Churchill, pode visitar o site do palácio. Aliás, como nota de pé de página, alguns filmes usaram Blenheim como locação, entre eles “Barry Lyndon” (de Kubrick) e “Harry Potter e a Ordem da Fênix”.
Em cada cinco crianças em idade escolar, uma tem problemas com bebida. Na Inglaterra, como informa o “Independent” (em inglês). Em média elas ingerem o equivalente a uma garrafa e meia de vinho por semana. Em algumas áreas do país, entre crianças até 12 anos, a proporção é de uma para cada oito.
O vice-presidente norte-americano Dick Cheney é tido como um dos falcões do governo Bush e um dos principais responsáveis pela invasão do Iraque.
Este curioso vídeo de 1994 (em inglês), entretanto, mostra Cheney advogando a causa contrária e explicando porque uma aventura no Iraque e a deposição de Saddam Hussein levaria os EUA a mergulhar em um pântano. Segundo o atual vice-presidente, uma vez deposto o governo central, dificilmente o Iraque manteria sua coesão, correria o risco de fragmentação e aumentaria a instabilidade política em uma região já bastante instável. Isso sem falar no número de baixas de militares que os EUA sofreriam. E diz que a deposição de Saddam não valeria a vida de muitos soldados norte-americanos.
Frase do ministro da Comunicação Social, Franklin Martins, sobre a possibilidade de a Rede Pública de TV, rádio e agência de notícias que está sendo criada pelo governo Lula ser usada politicamente.
- Quanto à questão do risco de manipulação por parte do governo, vou dizer claramente: existe o risco, sim. Todo governo sempre é um pouco tentado a usar os instrumentos disponíveis para fazer aquilo que o beneficie. O Estado pode querer manipular a informação na TV pública, da mesma forma que o acionista do jornal pode querer manipular a informação no jornal. O risco existe.
Se, como diz o ministro, “todo governo sempre é um pouco tentado a usar os instrumentos disponíveis para fazer aquilo que o beneficie”, por que a sociedade deveria dar mais instrumentos para que isso ocorra?
Há exatamente 30 anos, Elvis Presley nos deixou. Morreu. Ou voltou para casa, como foi dito no filme “Homens de Preto”. Ou resolveu fugir dos holofotes, como querem alguns fãs. Por todas as lendas envolvendo sua vida e morte, o cantor que passou os últimos anos vivendo a base de sanduíches de banana com pasta de amendoin, barbitúricos e anfetaminas é o rei da bizarrice no Rock.
Nonsense lembra a data contando dez fatos insólitos do cantor de “Love me tender”.
01. Elvis lutava caratê e gostava de similar alguns golpes durante suas apresentações, principalmente em sua fase Vegas – suarento, com suas pesadas jaquetas de lamê dourado e cheias de pedras que chegavam a pesar mais de 15 quilos.
02. Logo após servir o exército, em 1960, ele pesava 87 quilos. Ao morrer, em 1977, ele já estava em 138 quilos.
03. Durante dois anos ele se alimentou apenas de bolo de carne, tomate e purê de batatas.
04. Gravou mais de 600 músicas. Mas nunca escreveu uma sequer.
05. Em 1970, Elvis encontrou o presidente Nixon. Pediu para ser um agente federal na luta contra as drogas (irônico, não?). E denunciou os Beatles por comportamento “anti-americano”, já que eram contra a Guerra do Vietnã e usavam drogas abertamente.
06. Elvis ganhou “apenas” três Grammys. E nenhum deles por rock’n’roll. Todos por gravações de música gospel.
07. Com exceção de cinco concertos no Canadá, ele só fez shows nos EUA.
08. Teve um chimpanzé de estimação que gostava de espiar debaixo das saias de mulheres.
09. Em 1954, bem no início de sua carreira, ele fez teste para um quarteto amador de música gospel chamado Songfellows. Foi reprovado.
10. Elvis colecionava estátuas de mármore de Venus de Milo e Joana D’Arc e armas – tinha 40, entre elas um fuzil M-16 e uma sub-metralhadora.
Mas talvez a coisa mais estranha no currículo de Elvis seja o fato de ter sido sogro de Michael Jackson. Pelo menos não viveu para ver a filha casada com o cantor esquisitão. Já imaginaram a macarronada de domingo com Elvis, Michael e as bizarrices combinadas?